Mercado de Eventos: Uma porta de entregada para novos negócios

O mercado de eventos está passando por algumas mudanças significativas nos últimos cinco anos. Empresas internacionais estão investindo cada vez mais no Brasil, justamente porque o país tem um mercado muito grande para ser absorvido.
Veja algumas dicas do jovem empresário Miguel Santos Neto, diretor operacional do Grupo Brasil Rio, que a partir do objetivo de se tornar uma das principais empresas de promoção de eventos do país, criou a Fispal – Feira Internacional da Alimentação (principal evento do grupo).

Vale a pena investir no mercado de eventos?

Neto – Para investir no mercado de eventos é necessário primeiro achar um nicho e depois estudar as possibilidades. Há dezesseis anos, ninguém trabalhava a fundo o setor alimentício no segmento de eventos e feiras. Hoje, estamos entrando no setor de telecomunicações, um mercado que está crescendo muito nos últimos tempos. No mercado de eventos, investir é fundamental. Para que a Fispal continue mantendo o conceito internacional que adquiriu, precisamos estar sempre modernizando o evento, investindo em novas atrações e novos serviços.

Existe alguma desvantagem em investir no mercado de eventos?

Neto – Depende do investimento que se vai fazer. Hoje, muitas empresas estrangeiras estão investindo em eventos no Brasil. Grandes empresas internacionais, européias e americanas, estão criando sedes no Brasil, justamente porque o país tem um mercado muito grande para ser absorvido. Particularmente, acho um ótimo investimento, porque nos traz uma linguagem moderna, de tecnologia, nos deixa sempre up to date em relação ao mundo. E passamos a ser parte do mundo de negócios, porque estamos ligados a todos os lançamentos. O mercado de eventos é um mercado muito dinâmico, porque propicia novos negócios, novos clientes, novas empresas, novos produtos.

Você diria, então, que passa a ser a porta de entrada para novos negócios?

Neto – As feiras são o centro de encontro das empresas que procuram novos nichos de mercado, que investem fazendo novas alianças, gerando uma grande quantidade de negócios. Não me interessa só ter as grandes empresas expondo, queremos também as pequenas. Para estar no mercado de eventos, o empresário tem que ser um pouco visionário, enxergar as necessidades do mercado e investir. E tentar eliminar a noção errada de monopólio, porque o que mais queremos é que todos se conheçam e gerem negócios, parcerias.

Fonte: Revista dos Eventos / Por Valéria Alves

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